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segunda-feira, 9 de junho de 2014

ALÉM


Há um peso que machuca o peito e rouba a paz que tanto procuramos manter.

Há um aperto no coração que nos rouba o ar e nos cega completamente impedindo-nos de perceber que o caminho não é só um.

Há um amálgama de sentimentos que desfaz o equilíbrio que toda alma necessita para continuar sem ter medo de se arriscar, de viver, de ser o que deve ser até o último suspiro.

Escolher respirar novos ares e entender melhor novos olhares é a melhor saída para descobrir o quê e quem nos faz bem.

Por mais difícil que seja desbravar o desconhecido e abandonar o conforto que lhe é comum, o fim do caminho percorrido tem grandes chances de ser o que tanto procura o que tanto atrai. 

segunda-feira, 19 de maio de 2014

DOIS LADOS


A infelicidade é como um veneno que espalha-se rapidamente na corrente sanguínea e quando chega no coração atrela-se de forma voraz, alimentando-se mais e mais dos nosso pensamentos.É tão forte que chega a machucar. Como pode um sentimento ser,assim, tão arrebatador?

Já a felicidade é contagiosa, mas faz muito bem a todos que a sentem; pena durar tão pouco e ser tão rara a quem precisa. Deve ser passageira por algum motivo, vai ver porque a sua ausência nos faz deseja-la ainda mais, logo tudo que é raro é cobiçado.


Feliz ou Infeliz o importante é sentir.

sábado, 29 de março de 2014

O HÁBITO NÃO FAZ O MONGE!


O hábito da loucura é fugir da lucidez
O hábito da vontade é sentir de quando em vez
O hábito da preguiça é acordar depois das 6
O hábito da menstruação é aparecer de mês em mês
O hábito do bandido é dizer que nunca fez
O hábito da mentira é a gaguez
O hábito do sexo é a nudez
O hábito de Teresina é o calor...quis dizer, é o piauiês
O hábito do enganoso é ser cortês
O hábito do impaciente é não saber esperar a vez
O hábito do arrogante é a estupidez
O hábito do desamor é a rispidez
O hábito da virtude é a não solidez

O hábito da culpa é a negação
O hábito da estrada é a contramão
O hábito da crença é a contrição
O hábito do protesto é a dispersão
O hábito do infiel é a traição
O hábito da perda é a consolação
O hábito da existência é a distinção
O hábito do pecado é redenção
O hábito do desejo é a atração
O hábito da tristeza é a solidão
O hábito do oculto é a interrogação
O hábito da certeza é a revisão
O hábito do sentido é a intuição
O hábito da ideia é a inovação.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

ESPELHO


Voraz a madrugada que teima em roubar meu único momento de desapego de tudo e todos. De nada serve reclamar tal lamúria, já que eu mesmo a provoco (creio que sim). Pobre ser esse eu: não sabe o que faz ou o que diz e quando acha que sabe, faz errado. Eis o olhar julgador da minha imagem no espelho, causa-me calafrios. Só me resta buscar refúgio em vontades, pensamentos e verdades... parece ser uma boa saída. Verdade seja dita: preciso mesmo fugir de mim, fugir de tudo e encarar o nada. Nada mais será do jeito que eu pensei um dia, em ter mais calma e ver o sol nascer em vez de crer que o tempo vai parar, parar de pensar demais e fazer o que menos quero: mudar.

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

ONDE NASCEM AS CANÇÕES


Uma canção nasce de um sorriso,

de um olhar de um momento que parece e merece ser melódico.

Está em tudo e em todos, pronta pra mostrar-se,

fluir em ondas sonoras a qualquer instante.

Está na respiração, nos sonhos e pesadelos também

Quando alegre ou triste, amando ou sozinho.


É só parar, esperar e senti-las.